humpback wrote:Por exemplo algo que tem sido uma fonte de problemas super estranhos: love-sources e reiser4
N pessoas podem defender aqui as love-sources (eu nao defendo nem ataco pois nunca usei). Mas o certo é que ja tive bugs que me foram parar as mãos que após muito trabalho consegui perceber que o prblema não era no meu package mas no kernel (love sources).
Mas aí está a questão. O correto seria que todos os usuários diagnosticassem o que causa o problema, se é a distro ou um pacote. Infelizmente é alguma coisa que cresce lado a lado com qualquer distro.
O Gentoo compila tudo, então 99% dos bugs são sobre erros de compilação. Erros do tipo "o instalador não funciona" são o 1% restante. Um outro método de instalação roubaria mais 1% dos bugs pra ele, mas sendo um projeto separado, não devem haver tantos usuários postando bugs no projeto errado.
humpback wrote:Um fork completo é uma coisa, ebuilds soltas atiradas para o molhe é outra, e acabam por causar problemas.
Fazer um fork do Gentoo é muito difícl. É uma meta-distribuição, basicamente scripts de boot e o gerenciador de pacotes. Então, fazendo um fork sem perder o excelente Portage com seus mais de 7000 ebuilds, o fork seria mudar os scripts de boot. Eu acho que uma forma de instalação alternativa (i.e., um LiveCD novo) é o máximo de fork possível.
jbrazio wrote:Não concordo com um método de instalação alternativa, penso que o método de instalação que se encontra neste momento no Gentoo proporciona aprendizagem às pessoas, torna-as mais familiares com o seu sistema de Linux.
Com certeza, mas um método de instalação alternativa não precisa ser um fork do YaST ou do Anaconda. Pode ser uma remasterização do LiveCD do Gentoo (acho que tem até uma ferramenta pra isso). Nessa remasterização você coloca um liloconfig e
voila!
jbrazio wrote:Eu sou a favor do conhecimento, penso que é por ele que todo o mundo se move [..] e para que tornar as pessoas mais estúpidas [..] se podem ser mais cultas ? É que para tornar pessoas estúpidas já existe o Windows, o MacOSX, O Fedora, O Mandrake, etc etc etc. O Gentoo é o único, do qual eu tenho conhecimento neste momento sei que já existiu o LFS, que sai fora dos padrões e leva as pessoas a uma maior interacção com o seu sistema operativo.
Sem dúvida, o Gentoo transforma meninos em rapazes, e o LFS transforma rapazes em homens.
jbrazio wrote:Penso que seria um desperdiço de recursos apostar em ferramentas de configuração automáticas, concordo plenamente com a opinião do humpback em relação ao seu ponto de vista dev sobre uma ferramenta automática de configuração.
Concordo, eu ainda prefiro editar o lilo.conf e desenvolver coisas mais "úteis".
jbrazio wrote:Mas claro, isto é somente a minha opinião. Bem sei que com a popularização da distribuição Gentoo o mais certo é o Anaconda fazer parte integrante do LiveCD, dai ser um processo evolutivo que mais cedo ou mais tarde irá dar o click.
Talvez, existe esse risco. Mas eu acho pouco provável que o método de instalação tradicional seja extinto, mesmo porque muita gente gosta muito dele (eu inclusive

).
LiveCDs com X e um WM pesado e ferramentas de auto-detecção estão no auge, são coisas que atraem mais e mais gente, e por esse lado é bom. Depois eles gostam do Linux, ficam interessados e partem pra uma distro decente.
